sábado, agosto 26, 2017

O vídeo árbitro não é para o Belenenses!

Nem o árbitro! Complexado, durante a primeira parte viu-se perfeitamente que Diogo Viana podia pisar o risco que o árbitro (com o Eliseu na cabeça!) marcava sempre falta a nosso favor. Uma estranha lei das compensações que só Freud pode explicar. Até que chegou o penalty, que foi penalty, mas que o árbitro depois de o assinalar terá sido pressionado e teve dúvidas! Foi ver na televisão, demorou bastante tempo, e veio de lá com outra ideia. Se fez fé na câmara lenta, equivocou-se, pois esta distorce a realidade de um ligeiro toque por trás, suficiente para desequilibrar o avançado do Belenenses. Certo é que anulou a possibilidade de chegarmos aos dois a zero e irritou solenemente a causticada assistência azul. Envolvesse o lance um avançado do Sporting, ou do Porto, e não tenho a certeza que o árbitro voltasse atrás com a decisão. Quanto ao Benfica, talvez! Aliás os encarnados e fruto da mesma lei compensatória, irão sofrer alguns ajustes arbitrais enquanto durar a memória da ‘vergonha Eliseu’. Portugal é assim!

Quanto ao jogo ficou o sabor amargo de termos deixado fugir a vantagem que nos daria os três pontos. Vantagem que se justificava pese um susto ou outro na parte inicial do desafio. Nomeadamente no flanco esquerdo da nossa defesa! Mas a equipa recompôs-se, a energia de Tandjigora deu o mote, Chaby veio mais atrás buscar jogo e passámos a controlar as operações pode dizer-se até às substituições, já a segunda parte era madura. O meu sobrinho e parceiro neste espaço fez referência, não à substituição de Chaby, que estaria esgotado, mas à inversão do triângulo com a entrada de Persson. Concordei que terá sido a partir daí que o Vitória de Setúbal teve mais espaço para atacar. E nós mais dificuldades nas transições ofensivas. Veio o empate num livre em tudo idêntico ao que proporcionou o nosso golo e o certo é que acabámos o jogo com o credo na boca!

Ilacções para o fortalecimento da equipa até ao fim da época de transferências: - continuamos sem um central de referência e o lado esquerdo da defesa não está famoso. No meio campo Benny tem que entrar mais vezes e o Persson é um trinco com mau jogo de cabeça. E o ataque continua pouco produtivo. Maurides tem que aprender a rodar depois de receber a bola de costas para a baliza, pois cai muitas vezes mas os árbitros não assinalam falta. Ronni deixou boa impressão.

Resultado final: Belenenses 1 - Vitória de Setúbal 1


Saudações azuis

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