sábado, janeiro 07, 2017

‘Quem não tem dinheiro, não tem vícios’!

Ter vícios é sempre mau porque um vício é uma dependência. Quem os tem deve tratar-se e hoje já existem tratamentos com algum sucesso. E vou dar o meu exemplo: - eu sou de certo modo um viciado do Belenenses, o meu humor depende das suas vitórias e em horas de euforia também me imagino o seu presidente! E aqui nem vou fazer distinções entre o Clube e a SAD uma vez que estamos a falar de vícios. No entanto sabendo das minhas limitações, domino-me, e limito a minha ligação ao clube à condição de adepto. E quando o vício aperta, uso esta página e escrevo qualquer coisa. Como agora. Neste caso o que me leva a desabafar é um sentimento de desilusão generalizado ao ver o Restelo convertido em centro de formação (mais um!) dos nossos rivais! Se o futebol já nos dá tristezas de sobra para quê alargar essa mágoa às modalidades?! Que sentido é que isso tem e que justificações é que vamos arranjar para prosseguirmos neste caminho?!

Quando me imagino presidente do Belenenses tenho sempre meios (dinheiro, conhecimentos e crédito) para levar a nau azul a bom porto. Sou um expert no negócio do futebol e não tenho nenhum projecto imobiliário para o Restelo! Sonho apenas arranjar uma equipa de futebol que encha aquelas bancadas desertas.
Mas a minha imaginação não pára. Preciso de uma equipa B para dar sequência à formação e quanto a esta, enquanto não estiverem reunidas as condições para segurarmos as nossas jovens promessas, o melhor é investirmos tudo nessas garantias.
Por falar em investimento, o único que interessa tem a ver com a nossa independência como clube de futebol profissional. Campos de treino e centro de estágio são a prioridade. Temos de nos equipar ao mesmo nível que os nossos rivais. E para isso faremos os sacrifícios que forem necessários. É nisso que temos que nos concentrar. O resto fica para depois.
Se eu fosse presidente do Belenenses era assim.


Saudações azuis

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