terça-feira, janeiro 24, 2017

Ficar sempre aquém…

Parece um destino, um mau agoiro, quando surge uma pequena oportunidade para darmos um passo em frente, sair da mediocridade, eis que estacionamos novamente naquela paragem onde não passa ninguém! Nem comboio nem autocarro ou simples eléctrico! O que é que está errado?! A paragem?! Ou quem lá está à espera de nada?! A resposta nua e crua conhecem-na os adeptos. A equipa não tem pedal para esse almejado salto. Não tem pedal em termos técnicos e, como se viu, não tem pedal em termos psicológicos. É claro que não vamos desvalorizar o mérito do adversário nem do seu treinador. Porém, a reconhecida incapacidade para traduzir em golos o domínio de jogo que possamos exercer, leva-nos a pensar que a história dos jogos é independente dos adversários! Ou conseguimos marcar primeiro e o adversário tem que mudar a sua estratégia, e isso favorece-nos, ou não conseguimos marcar e somos nós que temos que arriscar aquilo para a qual não temos meios nem eficácia. O golo inaugural que sofremos faz parte dessa história de meios pois levanta algumas dúvidas sobre as reais capacidades do guarda-redes Cristiano. Esperemos que tenha sido apenas um dia mau. Mas há outros dilemas para resolver: – quinze cantos, mais não sei quantos cruzamentos em jogadas corridas, e se formos a ver apenas conseguimos um golo! Por sinal um excelente golo do inevitável Caeiro! Mas se entra o Caeiro quem é que sai?! E por aqui se vislumbrou o hipotético desastre que a troca de um médio (Yebda) por um avançado podia ter ocasionado! Foram cinco minutos desastrosos e com golos anulados aos visitantes! Por acaso bem anulados. Mais se comprova a falta de meios no meio campo e que inviabiliza qualquer hipótese de jogo interior. Só Juanto disfarçou o problema. Do que fica escrito e a uma semana do fim do mercado é bom que percebam o que faz falta e o que temos a mais.



Saudações azuis

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