segunda-feira, janeiro 15, 2018

Ainda as omeletes!

Mas afinal de quem é a culpa?!
É do cozinheiro?! É do dono do restaurante?! Ou é dos ovos?!
Costuma dizer-se – ‘casa onde não há pão’, todos ralham e ninguém tem razão’! Uma grande verdade bastando traduzir pão por vitórias.

Mas voltando à omelete, pois se ela não sai a contento, a culpa é em primeiro lugar de quem manda, e quem manda é o dono do restaurante. Pode a seguir questionar-se se a culpa não é também do cozinheiro! Porque afinal é ele que cozinha os produtos postos à sua disposição. E se continua agarrado aos tachos é porque acredita que consegue fazer a omelete. Finalmente a culpa, ainda que mais visível, mas menor, está sempre relacionada com a qualidade dos ovos. Mas aí voltamos ao princípio e se há culpa, ela é de quem os comprou ou de quem os cozinhou.
Duma coisa estou certo, em relação a esta última omelete, a culpa não foi do árbitro que aliás me surpreendeu pela positiva.

Mas chega de omeletes e vamos ao futebol e ao precipício que temos à nossa frente. Um futebol aberto na primeira parte, demasiado aberto para as nossas possibilidades, com o Rio Ave a acercar-se com perigo da nossa grande área. A defesa foi-se aguentando, começámos a ripostar e também criámos dificuldades ao último reduto adversário. E não fora um erro não forçado de Florent e o intervalo daria um empate. Mas os erros pagam-se caro especialmente quando temos pela frente jogadores acima da média.

A segunda parte mostrou um Belenenses determinado e num lance em que o Rio facilitou  conseguimos chegar ao empate. Fredy trabalhou bem o lance e Bakic apareceu no sítio certo! Nesse preciso momento e sem nenhuma razão aparente Pereirinha (que fez uma boa primeira parte) é substituído por Tiago Caeiro recuando Diogo Viana para defesa direito. O Belenenses continuou a insistir por esse lado, nem sempre com grande lucidez, mas a verdade é que o jogo estava equilibrado. Bakic entretanto lesiona-se e é substituído por Maurides. E o Belenenses, que na primeira parte não apresentou nenhum ponta de lança de raiz, passou a jogar com dois! Uma aposta perigosa e que não tem resultado. Maurides ainda introduziu a bola na baliza mas estava deslocado. E o jogo tornou-se de repente muito quezilento. Faltava pouco para acabar e nos bancos o empate era um dado adquirido. Mas os últimos minutos têm sido dramáticos. Neste tempo Yebda ainda conseguiu ser expulso e depois, já nos descontos, veio o livre fatal! A história repetiu-se, mas desta vez nem um pontinho!

Falta falar do precipício! Mas do precipício não se fala, cai-se. Há seis/sete equipas a lutar para não descer e uma delas é o Belenenses.


Saudações azuis

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