quinta-feira, fevereiro 04, 2016

‘Venho para um clube histórico’!

São os outros que nos fazem justiça. Foi com aquelas palavras que Abel Aguilar definiu o Belenenses e foi isso que o determinou a vir para o Restelo. Não quero desmerecer a habilidade de Rui Pedro Soares e muito menos a influência do novo treinador Julio Velasquez, que não é demais repetir, está a surpreender tudo e todos!
Mas a hierarquia de prioridades que o internacional colombiano estabeleceu tocaram profundamente no coração de todos os belenenses. Um exemplo também para dentro!

No mesmo sentido gostei de ver as Salésias de novo arrelvadas. O primeiro relvado do país, quando ainda não havia estádio do Jamor! Foi ali, num peão de difícil visibilidade para uma criança, que vi os grandes craques do passado azul, um passado que, se quisermos, pode voltar. Dou os parabéns à direcção pela teimosia em manter vivo um grande símbolo do clube. Pois como diria o poeta – ‘o símbolo é o nada que é tudo’!


Saudações azuis


Nota: Amanhã defrontamos o Benfica naquele que é, para os belenenses de sempre, o jogo do campeonato. Rivalidade antiga, talvez doentia, em relação àqueles que também nasceram em Belém mas emigraram para Benfica, rivalidade que nenhuma promiscuidade (recente) conseguirá apagar. Esperamos uma vitória. Abel Aguilar disse que estava disponível para ajudar.


Post scriptum: Já depois de publicado o postal, tomei conhecimento das declarações de Velasquez sobre a antevisão do jogo. Com as quais concordo. Resta-me acrescentar que mais importante que os milhões que diferenciam as equipas, é o estado anímico e o estado físico. Se formos mentalmente mais fortes e corrermos mais que o adversário, os milhões contam menos. 

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