segunda-feira, janeiro 07, 2008

Comentário a quente

Enquanto o conselho de ministros se reune para analisar a crise na segunda circular, nós, os tristes de Belém, vamos ensaiando a valsa da decadência, incapazes de um gesto que se assemelhe à grandeza passada, vamos baixando a fasquia, estamos quase lá... ESTAMOS A SETE PONTOS DA LINHA DE ÁGUA!... e a única coisa que se ouve dizer é que vem aí o Meyong, o salvador de uma equipa sem alma, que como qualquer equipa pequena só joga bem contra os grandes! Mas não se esqueçam que quando o Meyong ganhou a ‘Bola de Prata’, o Belenenses ‘desceu’ de divisão! Na conferência de imprensa o treinador já não sabe o que há-de inventar para explicar a nossa incapacidade para fazer valer o factor casa. Ou será que já perdemos a força para transmitir aos que chegam, aos jogadores a quem confiamos a camisola azul com a Cruz de Cristo ao peito, que em casa mandamos nós, e que aquela camisola tem que ser respeitada e suada por quem a queira envergar! É a Direcção que tem que transmitir essa mística e quem não perceber isso tem que se ir embora. Este é um campeonato nivelado apenas porque os jogadores que nele participam têm, em termos individuais, valor semelhante. Portanto o que faz a diferença entre as equipas que ganham mais do que perdem, é a mística, palavra que significa em termos de suor e concentração aquele golpe de asa que faz essa diferença. Por essa razão, duas equipas irão descer, mas não por causa do plantel que possuem, mas sim por outros factores que têm a ver, sem dúvida com a competência da equipa técnica, mas também e fundamentalmente com o grau de exigência, com a ambição da sua massa associativa, normalmente corporizada nas respectivas direcções. Creio ter sido entendido.
Na próxima jornada recebemos a Naval e considero que será um jogo crucial para as nossas aspirações, não espero por desculpas, espero uma revolução.
Saudações azuis.
Resultado final: Belenenses 1 - Nacional 1.

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