sábado, abril 25, 2015

Foi quase…

Os responsáveis disseram de sua justiça: - Jorge Simão sentiu-se frustrado com o empate e de facto morrer na praia é terrível. Sérgio Conceição achou que as declarações de Jorge Simão não correspondiam à realidade e vai daí imaginou uma goleada que nunca esteve para acontecer. Rui Pedro Soares por último declarou-se insatisfeito com o resultado, e anunciou ambições. Disse que deixámos de ser os coitadinhos simpáticos e perdedores. Gostei de ouvir. Mas tem que ser sempre assim e contra todos os adversários.

Sobre o jogo a minha opinião é a seguinte: - o Belenenses fez uma grande primeira parte, contra uma equipa fortíssima, que jogou a cem à hora, e que mesmo assim a única verdadeira oportunidade que teve resultou de um atraso infeliz de Abel Camará. No resto, foram quarenta e cinco minutos muito disputados, com diferentes opções tácticas, o Braga com mais iniciativa, o Belenenses sempre a espreitar o contra ataque.

No segundo tempo os arsenalistas carregaram na procura do empate mas o Belenenses nunca se desorganizou. Baixou linhas e surgiram então duas ou três oportunidades que Ventura negou com muita categoria! Mas também tivemos as nossas chances para matar o jogo. Com a expulsão de Rui Santos, que ocorreu a vinte minutos do fim, com mais um jogador, o Belenenses pareceu hesitar entre defender a vantagem ou tentar chegar ao segundo golo. Neste sim e não surgiu o golo do empate, num canto, e quando já ninguém esperava.

É de certo modo injusto fazer destaques individuais quando a exibição do Belenenses valeu sobretudo pelo grande esforço de todos no sentido de saírem de Braga com uma vitória. Ainda assim não posso deixar de assinalar aquilo que me ficou na retina:

- As intervenções de Ventura! A classe de Sturgeon! A exibição de Pelé! A grande jogada entre Carlos Martins e Camará!

Saudações azuis 

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