quinta-feira, março 12, 2015

Táctica para ganhar ao Estoril

Isto agora é… ‘ou vai ou racha’! Para ganhar precisamos de marcar, e para marcar precisamos de criar situações de golo, o futebol é um jogo simples. Mas se o Lito insistir em jogar em casa como tem jogado, está mais que visto que empatamos ou perdemos. Se resolver mudar talvez mudemos o fado do Restelo.

Muito bem, em primeiro lugar, e vou-me repetir, no tridente atacante terá que haver um extremo e já expliquei o que é um extremo, mas explico outra vez: - é aquele jogador com argumentos no um para um, e que procura instintivamente a linha de fundo para centrar ou invadir a área. Convém que jogue sem os ‘pés trocados’ para assegurar a qualidade do cruzamento. Qualidade do cruzamento em si, e qualidade no sentido que os nossos avançados ficam em vantagem, de frente para a bola.
Sendo assim, jogador com estas características só temos um – o Fábio Nunes e a jogar no flanco esquerdo. Se o pusermos a jogar no flanco direito, já não vai á linha, interna-se e procura o remate, o que é sempre pior solução. Quanto ao Dálcio, que também é extremo, ainda está muito verde para jogar de início.

O resto do ataque pode continuar como está, o Rui Fonte (ou o Camará) no centro e o Miguel Rosa a jogar atrás do ponta de lança, mais descaído sobre a direita.
No meio campo e para que seja possível jogar o Carlos Martins, temos que alinhar com dois médios de trabalho – Ricardo Dias e Pelé.
O quarteto defensivo mantinha-se com a inclusão do Filipe Ferreira no lado esquerdo para tirar partido, precisamente, do seu pé esquerdo.
De resto boa sorte que também é precisa!


Saudações azuis 


Nota: Depois disto, se a minha táctica falhar demito-me de treinador de bancada. Nem escrevo mais crónicas.

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