domingo, março 08, 2015

Com os pés na terra

Empatar em Setúbal nesta altura do campeonato, com os vitorianos a necessitarem de pontos para fugirem aos últimos lugares, não se pode considerar um mau resultado. No entanto, e a culpa é da carreira positiva que vimos fazendo, os adeptos querem mais, querem mais vitórias, o que é natural. Especialmente fora de casa, pois é para isso que a equipa parece talhada. Neste sentido, o resultado acaba por saber a pouco.
Noutra perspectiva e entrando já na análise da partida também se aceita que Lito ponha o Dálcio a jogar com o argumento de que é a única maneira de ganhar confiança e de crescer como jogador. No entanto, parece-me a mim, e julgo que a muitos outros treinadores de bancada, que seria mais lógico que entrasse com o jogo já definido, ou seja, na segunda parte. E de preferência nos jogos em casa onde o apoio dos adeptos é importante.
Uma última achega, aliás uma insistência da minha parte – queixa-se Lito que faltou alguma inspiração na hora de definir os lances de ataque. Concordo inteiramente e estou a pensar nos cruzamentos, quase todos realizados de forma deficiente. No entanto é preciso dar uma explicação sobre este assunto: - enquanto os extremos (ou quem lá aparece) estiverem a jogar com os pés trocados não podemos esperar grandes melhorias nesta matéria.
Agora é que termino e com dois conselhos de natureza técnica. Um dirigido a Ricardo Dias, e já é a segunda vez. Cuidado com o uso dos braços e mãos, em toques e faltas desnecessárias, mas que os árbitros marcam sempre.
O segundo conselho tem a ver com a forma caricata como se marcam alguns livres! Ontem voltou a acontecer e assim perdemos chances de criar perigo para a baliza adversária.
De resto… tudo mais ou menos bem.


Saudações azuis 

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