sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Jogos traiçoeiros

Lembro-me de tantos! Uma vez, nesta mesma época do Carnaval, contra o Torriense, aqui no Restelo. Perdemos contra todas as expectativas. Quando foi? Há muito tempo, infelizmente para mim. Mas existem por aí historiadores da bola, capazes de identificarem imediatamente o percalço! Parece-me que pelo Torriense jogava um tal Bezerra. Não sei se ajuda!?
Ora bem, esqueçamos o parágrafo anterior e concentremo-nos na Naval 1º de Maio, que nos vem da Figueira da Foz. Já sem o Àlvaro Magalhães, treinador hiper activo, que sofre e gesticula no banco como poucos. Faz mal à saúde, mas não desgosto destes treinadores!
Também uma menção especial para o central Franco, que regressou a Portugal depois de uma experiência frustrada no estrangeiro. É perigoso nos cantos marcados a favor da sua equipa.
De qualquer maneira, sejam quais forem as condições em que a Naval se apresente no Restelo, cabe-nos fazer o nosso jogo obedecendo a duas virtudes indispensáveis: humildade e carácter.
Desde o primeiro minuto.
Nada de expectativas, nem contenções, é começar a correr desde o apito inicial do árbitro, e terminar a corrida quando o mesmo der por concluído o desafio.
Ganhar ou perder, nestas condições, não deslustra ninguém! E o mais natural é que se ganhe.
Portanto, repito nesta crónica, o que decerto Couceiro repetiu durante a semana, em todos os treinos. E como pode dar-se o caso de algum jogador resolver espreitar para a Internet, fica logo a saber que nós também estamos vigilantes.
E presentes no Estádio do Restelo para apoiar a equipa do Belenenses em mais um jogo decisivo. Mas pergunto eu?
Para um profissional de futebol, há algum jogo que não seja decisivo?!
Saudações azuis.

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