domingo, março 20, 2016

A matemática e a bola

Estar a ganhar por duas bolas a zero, fora de casa, quando falta meia hora para o fim do jogo, é matematicamente bom. Deixar-se empatar e sofrer o segundo golo nos descontos, é matematicamente mau. É pior, quando não é a primeira, nem a segunda vez que isso acontece ao Belenenses esta época. Bem sabemos que o futebol não é matemática, mas pensávamos nós que as aquisições de Janeiro tinham reduzido as hipóteses matemáticas de sermos surpreendidos dessa maneira. Mas parece que não, pois voltámos à média dos dois golos sofridos por jogo! E pergunto eu que não estive em Tondela e portanto não vi o jogo nem sequer ouvi o relato: - por que carga de água (matemática) não havia um central de raiz sentado no banco dos suplentes?! O Rafael Amorim está lesionado?!
Diz o treinador e eu concordo que segurar o resultado é meter mais um golo! Mas para isso temos que garantir que o adversário não cai em cima de nós e ganha cantos atrás de cantos! Matemáticamente falando.
Mas pronto, estamos a lutar pela manutenção num ano em que nos vangloriamos de ter ido à Europa. Uma coisa esquisita! Não quero entrar em contradição com o que já escrevi sobre a recuperação que temos vindo a encetar, mas este resultado… só passa com rennie!


Saudações azuis

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