segunda-feira, dezembro 20, 2010

Semmler e mais dez!

Não foi bem assim, mas quase, talvez inspirado no equipamento preferido do falecido Sério (lembro-me dele no estádio Nacional equipado de amarelo e preto) a verdade é que Semmler foi resolvendo os inúmeros problemas criados pelo ataque do Gil Vicente, transformando-se num obstáculo intransponível! Já perto do final, ainda antes do golo de Miguel Rosa, safou o empate por duas vezes na mesma jogada, de forma milagrosa, sinal seguro de que o Belenenses acabaria por vencer o jogo.
Mas os milagres nem sempre acontecem, por isso não convém repetir a graça de passarmos toda a segunda parte a ser massacrados pelo adversário, ainda por cima no Restelo! Isto enquanto esperávamos uma aberta para marcar o golito da confirmação! De facto acabámos por marcar em contra ataque mas já perto do fim e depois de muitos calafrios.
Enfim, ganhou-se que era o que interessava, a equipa está mais arrumada, a defensiva bateu-se bem, especialmente no jogo aéreo onde o Gil tinha um calmeirão, os laterais (que não são rápidos) esforçaram-se, e o meio campo jogou como sabe jogar – com pouca clarividência e muita lentidão. E quando surgia a tal aberta, uma nesga de oportunidade, o Celestino escorregava, o Lima e o Balu em lugar de municiarem o ataque, viravam-se para a nossa baliza!
Falta falar sobre os avançados - em princípio cumpriram, uma vez que os dois golos foram apontados pelos elementos mais adiantados – Camará e Miguel Rosa. Este último a confirmar o sentido da baliza!
E pronto, estamos a quatro pontos da subida e a um da descida, nada mau para quem já esteve pior.

Uma referência à homenagem póstuma prestada a Carlos Pinto Coelho, jornalista e adepto do Belenenses, assim como aos nossos antigos jogadores Sério e Feliciano.
Enquanto houver memória e gratidão, o Belenenses não acaba.

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