segunda-feira, março 07, 2011

Motor de arranque, precisa-se!

Já se sabia que disputar uma Liga Orangina praticamente a norte não seria tarefa fácil. O pendor, o bairrismo, outro território, tudo são dificuldades. Os árbitros tendem para o caseirismo, sempre assim foi, se fosse a sul era igual, por isso quem quiser ganhar nestas condições, não pode deslocar-se com pouca margem de manobra, tem que ir forte, muito forte. É aqui que bate o ponto, nós não somos muito fortes, não conseguimos impor o nosso futebol, as camisolas, só por si, não ganham jogos. Se ao menos houvesse um jogador de classe, daqueles que os adversários respeitam e temem, e não havendo, se emergisse um outro, inesperado, que fizesse desta época a sua grande época, como acontece nalgumas equipas concorrentes… então ainda seria possível sonhar com qualquer coisa mais. Não sendo assim devemos evitar o pesadelo de qualquer coisa a menos.
Vamos retirar pressão de cima da equipa, vamos concentrar-nos em cada jogo, como se de uma final se tratasse, e depois logo se vê.

Paralelamente, mas ao contrário, os nossos antigos rivais lisboetas, continuam a viver a sua saga arbitral. Comecemos pelo Benfica, pelo luto pesado que caiu sobre a nação encarnada, aqui e ali entrecortado com gemidos que apontam o dedo à arbitragem de Xistra. Sem querer imiscuir-me demasiado no assunto, sempre gostava de saber se o punho esquerdo de Javi Garcia atingiu ou não o bracarense Alan. O gesto e a intenção estão lá, disso não temos dúvidas. Quanto ao choradinho de concluir que um livre marcado perto do meio campo (lateral) ser o grande momento do jogo… a isso já nem lhe chamo bilhar às três tabelas, é puro jogo imaginativo para confundir os adeptos, e pior do que isso, para desvalorizar a vitória do Braga.

Quanto ao Sporting, até ontem (segundo Couceiro) a grande vítima do sistema, reconciliou-se de imediato com o mesmo… à custa do Beira-Mar. Em Alvalade é assim. Sempre foi.

Saudações azuis

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