segunda-feira, novembro 28, 2011

Que raio de fado!

Um estádio grande de mais para o público presente, uma equipa pequena demais para o estádio presente, adversários poderosos demais para um futebolzinho impotente. Aliás estou convencido que se estivéssemos na divisão inferior também estaríamos a lutar para não descer! E assim sucessivamente. Dizer mal é fácil, difícil mesmo, é ir ao estádio ver aquilo. Uma novidade, não havia luz nas casas de banho, provávelmente para desincentivar o público das primeiras necessidades, porque a maior necessidade ainda está para vir. Passando ao futebol (não) jogado, uma coisa que não percebo, ou percebo, tem a ver com as aquisições para esta época: - não jogam e os que jogam, jogam cada vez menos, e daqui resulta que o Belenenses está reduzido aos seus ex-juniores, o que é louvável, mas bastante perigoso em termos classificativos. Digo isto porque as equipas que defrontamos me parecem muito mais adultas e com outra ratice, que como sabemos são condições indispensáveis para singrar na Liga de Honra.



Adiante, gostei novamente do Zázá e foi pena ter sido substituído, pois admito que poderia estar naquele flanco direito o segredo para a reviravolta. Mas saíu, o Duarte Machado regressou ao seu lugar e quem entrou para o lado esquerdo foi o Sidnei, bom rapaz mas que também não tem pé esquerdo, logo, cruzamentos é mentira.



O guarda- redes Coelho safou algumas bolas de golo, o Camará falhou algumas bolas de golo e o Miguel Rosa está em toda a parte menos no sítio onde deveria estar, ou seja, perto da baliza adversária.



Fim do jogo, assobios merecidos perante tanta pasmaceira, e para a semana há mais. Espero que não seja mais do mesmo.



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Saudações azuis

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