segunda-feira, janeiro 16, 2017

Vitória crucial!

Para quem não saiba crucial vem de cruz e a dos adeptos é bem pesada. Sobre o jogo há que salientar a honestidade do treinador do Rio Ave que admitiu no final que a sua equipa ‘nunca conseguiu ligar o jogo e sendo assim o resultado foi justo’. E foi. Quim Machado, como costuma acontecer, definiu bem a estratégia, uma enorme e esgotante pressão alta, e com isso perturbou os vila condenses e recuperou muitas bolas. A dúvida que perpassou sempre nas bancadas era se isso seria suficiente para marcar um golo e não sofrer nenhum! Com a agravante de o Rio Ave ter, do meio campo para a frente, os seus melhores elementos. Desta vez, porém, conseguimos acautelar a defesa e depois segurámos a vantagem com critério. Também não houve deslizes fatais, e assim os três pontos caíram para o nosso lado. No entanto o golo surgiu tarde! Já ia adiantada a segunda parte quando na sequência de um canto o central Gonçalo Silva se antecipou a um adversário desviando a bola para a baliza! Houve outras hipóteses, não muitas, mas ou era o último passe que saía frouxo ou era a conclusão que não era a melhor.

Falando agora das novidades e das melhorias, começo pelo guarda-redes Cristiano que fazia a sua estreia. Temi alguma desarticulação defensiva, ela aconteceu num choque violento com Gonçalo Silva, mas tirando esse lance, a exibição do Cristiano não poderia ter corrido melhor! Seguro, sempre a jogar simples, safou uma bola perigosa, deu confiança! O meio campo defensivo, com Vítor Gomes e Yebda foi subindo de rendimento com o jogo. E é uma boa notícia o facto de Yebda ter aguentado os noventa minutos porque a sua qualidade técnica traz outras possibilidades ao futebol belenense. O problema situa-se mais à frente muito embora Juanto tenha confirmado credenciais. Na hora de atacar a baliza adversária parece faltar gente e acutilância! Eu bem sei que a actual classificação do Belenenses não permite, nem permitiu, arriscar demasiado. Mas por isso mesmo há posições que ganham uma importância transcendental! Estou a pensar em Sousa, que tem que ser muito mais consistente e perigoso do que é. E estou a pensar que, por uma questão de segurança defensiva jogámos sem ponta de lança. Juanto tem o faro do golo mas precisa de companhia lá na frente. Alguém vai ter que sair e alguém vai ter que entrar. Alguma coisa vai ter que mudar para ultrapassarmos este dilema. Para sairmos de vez do meio da tabela.

Resultado final: Belenenses 1 – Rio Ave 0


Saudações azuis

sábado, janeiro 14, 2017

Eles não estão preocupados!

Naquele postal a que dei o título – ‘Uma selfie com o polvo’ – está lá tudo o que podemos saber sobre o país que somos e o futebol que temos. Isto para quem souber ler ou quiser perceber o que nos está a acontecer, sendo certo que a maioria da população prefere continuar na ignorância! É o estado da nação e sobre isso não há muito a fazer. Podemos escrever, berrar, insistir, e pouco mais. Dito isto vejamos qual é a nossa guerra no meio da guerra que parece varrer o futebol português. É antes de mais uma guerra a fingir onde todos se ameaçam mas depois… comem todos da mesma tasca. Vidé as peregrinações a Évora, peregrinos de vários quadrantes, mas todos eles plenos de fé e gratidão. E sobre dívidas de gratidão cada um sabe das suas. Mas por falar em dívidas, passivos, etc. ficámos a saber que os dirigentes do Benfica não estão nada preocupados com o facto de encabeçarem uma lista da UEFA onde se classificam os passivos dos clubes europeus reportados ao ano de 2015! Estão em segundo lugar mas se a UEFA tivesse acesso a outros dados eram por certo campeões! E com muitos euros de avanço! Por acaso o ano de 2015 é o equivalente, no sector bancário, ao ano de todas as descobertas! Descobrimos então os golpes, as falências, as falcatruas (só algumas!) que arruinaram as grandes instituições financeiras deste país! Arrastando consigo empresas públicas e semi-públicas de nomeada! De nomeada porque dão o nome a centros de estágios, patrocinavam camisolas e outras aventuras dos grandes clubes nacionais! Faliram, obviamente. Estou a falar dos bancos e das empresas porque os clubes em causa, pelos vistos, estão de óptima saúde, controlam a situação e não estão nada preocupados! Minto. Há uma certa preocupação em vender uns quantos jogadores rápidamente e para o efeito a comunicação social está toda mobilizada! Sendo assim, não há clube no mundo, país, ou continente, que não esteja louco para comprar, custe o que custar, as pérolas encarnadas!

Portanto é neste cenário que se desenvolve a chamada guerra das arbitragens! Que tem um fundo de verdade e dois fundos de mentira. O fundo de verdade é que o polvo existe e os seus tentáculos são actualmente encarnados. Os dois fundos de mentira é que quer verdes, quer azuis e brancos, também têm, embora em menor escala, os rabos de palha financeiros do seu adversário. Um imbróglio que vai sobrar para os outros clubes quando defrontarem os três comilões – ao mínimo gesto dentro da área, é penalty! Prepara-te Belenenses.


Saudações azuis



quarta-feira, janeiro 11, 2017

Desinvestimento em curso!

Nota introdutória: - Escrevi este postal há tempos mas não achei oportuno publicá-lo. Mas uma vez que se confirma um claro desinvestimento por parte da SAD, recorrendo preferencialmente ao empréstimo de jogadores, resolvi publicá-lo. Dei-lhe o título de ‘Futuro incerto’:

Futuro incerto aplica-se ao país mas também se aplica ao Belenenses que estranhamente gosta de se identificar, em cada república que sofremos, com a sua parte mais negativa! Isto é um caso para estudo e dava uma boa tese para doutores da mula russa! Avivemos a memória:

No tempo da outra senhora, segunda república, estado novo, como lhe queiram chamar, dizia-se que éramos o clube do regime mas os outros é que ganhavam os campeonatos! Veio a república de Abril, o clube foi assaltado por comunistas e afins, e quando demos por nós estávamos na segunda divisão. Não contentes, vendemos o negócio do futebol a uma empresa suspeita de ter ligações a um ex-primeiro ministro indiciado por crimes de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais! Suspeitamos inclusivé que é ele (ou o amigo que paga as contas) o verdadeiro dono da SAD! E para abrilhantar o cenário elegemos uma direcção que tem um plano para requalificar o Restelo, em vez de ter um plano para requalificar a equipa de futebol!

Com tudo isto inventámos uma estrutura bicéfala que tinha tudo para não funcionar. E não funciona. Vai daí surge agora a urgência de recomprar o negócio do futebol adquirindo para tal a maioria na SAD. Neste sentido o Clube interpôs uma demanda na justiça que, segundo diz, espera ganhar! Este é o ponto da situação. Situação que entretanto se pode complicar e muito.

Vejamos os entretantos na perspectiva dos interesses do Belenenses. Assim, vamos imaginar a justiça portuguesa, a sua morosidade, a sua óbvia injustiça. Vamos imaginar também o que fará o actual investidor atendendo aos vários cenários que se irão colocar. E por fim façamos um último esforço para imaginar que tipo de gestão e quais os meios que a actual Direcção terá ao seu dispor para se diferenciar das anteriores e que levaram o Clube a perder o controlo da SAD!

Há aqui portanto muita coisa para imaginar mas a principal tem a ver com os prejuízos que a batalha judicial inevitávelmente vai trazer ao Belenenses. E aqui a Direcção deveria ter avaliado as consequências de ter optado por esta via. E não pode depois furtar-se às respectivas responsabilidades.

O primeiro grande prejuizo é que ninguém investe sem ter certezas e alguma segurança. Não é pois de crer que a actual SAD na iminência de uma sentença desfavorável vá fazer grandes investimentos. Nem grandes nem pequenos, digo eu. E ninguém a pode condenar por isso. Qualquer um faria o mesmo.

Nestas circunstâncias e dependendo do tempo que demore o desenlace judicial, esta época desportiva (pelo menos) corre sérios riscos. Não está descartada a hipótese de voltarmos ao ponto de partida, ou seja, à segunda Liga.

Mas pode dar-se o caso de haver um acordo extra judicial e aí pode ser que se evitem danos desportivos irremediáveis. Este seria o cenário em que esta SAD aceitaria sair mediante um bom preço. Seria a melhor solução poupando o Clube a maiores prejuízos. Mas com franqueza parece-me algo complicado de acontecer até porque que não estou a ver o Clube ter os milhões que a SAD sempre irá alegar que investiu. Para além da falta de diálogo a que se chegou.

E haverá um último cenário que passa por uma grande perfomance da SAD nesta segunda volta do campeonato. Não é impossível embora seja difícil de acontecer. Neste caso a Direcção perderia alguns argumentos e a SAD ganharia outros. O Belenenses desportivamente sairia a ganhar mas se a questão estrutural não ficar resolvida, se Clube e SAD permanecerem de costas voltadas, será apenas um adiar do problema: - O Clube de Futebol “Os Belenenses” continuará a ser um clube adiado.

Saudações azuis


   

terça-feira, janeiro 10, 2017

Um jogo que prenuncia grandes preocupações!

Vi hoje o jogo na Sport TV. Vi com calma sem sobressaltos e espero que a equipa o reveja também, incluindo o presidente da SAD. A minha opinião de hoje não se afasta muito da que escrevi ontem mas convém fazer algumas correcções ao que li entretanto na comunicação social.
Ponto número um - em condições normais, se não tivesse visto amputada a estabilidade defensiva que entretanto adquirira, o Belenenses não perdia este jogo. Aliás as poucas jogadas de perigo do Moreirense em todo o desafio resultaram de disparates, atrapalhações, ou ingenuidades da nossa defesa. E com o guarda-redes Ventura quase sempre na jogada. É certo que também houve duas perdidas de bola inadmissíveis, uma do Sousa (começa a ser repetente!) e outra do Vítor Gomes (quis fintar!), durante a primeira parte, mas de resto não me lembro de qualquer perigo que tenha rondado a nossa baliza. Quer isto dizer que a lição estava bem estudada e que a equipa a soube pôr em prática. O pior são as pernas até porque aquele pressing no meio campo adversário não se consegue fazer durante noventa minutos. Inácio sabe disso e tornou o jogo mais agressivo, e o Belenenses começou a ressentir-se. Vieram ao de cima as lacunas, as antigas e as novas! As bolas paradas são um teste importante, sejam cantos sejam livres. Saltas tu ou salto eu e no fim ficam os dois nas covas. O golo do Moreirense é uma lição para estudar e nunca mais repetir o erro. Rebocho marca o livre, como já tinha tentado em duas ocasiões, a bola vai para o lado esquerdo da nossa defesa, Hanin e Luís Silva hesitam, um adversário intromete-se, devolve-a para o coração da área, Ventura tenta agarrar a bola em vez de a socar, ela escapa-se e fica à mercê do Ramirez que marca fácilmente. A seis minutos do fim é duro! Pode ser injusto, mas ficamos com a sensação de que este lance não aconteceria na baliza contrária! Como bem disse o Tulipa, comentador da Sport TV e nosso antigo jogador, o sector aéreo não perdeu apenas altura, perdeu também os mecanismos que já possuía. É por isso que esta derrota vai directamente à conta da SAD.

E vou fazer a análise ao desempenho dos jogadores. É a minha opinião naturalmente.

Ventura – já disse tudo. Não temos centrais, nem trincos, para um guarda-redes com dificuldades naturais no jogo aéreo. É excelente entre os postes, vem ao de cima nos jogos em que é tudo a defender, mas isso para o Belenenses actual não chega. O golo que sofremos não se pode sofrer na primeira Liga.

João Diogo – jogou desconcentrado, perdeu a forma, mas não sendo um jogador alto, tem tempo de salto, e safou algumas bolas perigosas quando o jogo se encaminhava para o fim. Subiu menos vezes.

Domingos Duarte – certinho na primeira parte, menos certo na segunda, não é o patrão da defesa que esperávamos. Mas esteve melhor do que no jogo da Taça da Liga. A rever.

Gonçalo Silva – com pequenos erros manteve-se no entanto como pronto socorro defensivo. Uma exibição positiva.

Hanin – ataca melhor do que defende. Atenuantes: - faz muitas vezes o seu corredor e isso desgasta-o. Foi dos melhores apesar de ficar ligado ao golo do Moreirense.

Rosel – substituíu Palhinha e contra todas as expectativas cumpriu na brega do meio campo. Não errou passes. Não foi por ali que o gato foi às filhoses. Cometeu no entanto dois pecados capitais - demasiado impulsivo fez a falta que deu origem ao golo. E fez um penalty que o árbitro não marcou. Precisa de calma e confiança.

Vítor Gomes – não esteve mal tácticamente, lutou, recuperou algumas bolas mas depois perde tempo e espaço e a jogada perde-se também. Em termos puramente ofensivos lembro-me de um bom passe e um bom remate e não me lembro de mais nada.

André Sousa – exibição fraquinha, inconsequente, não agarra jogo, nele a bola perde-se com muita facilidade. Tem as qualidades e os defeitos que conhecemos mas como venho defendendo a falta de golos começa no meio campo.

Sturgeon – irreconhecível, perdeu a bola vezes sem conta. Queria fazer tudo e fez muito pouco. Na parte final teve uma enorme chance para empatar. Não era fácil mas um grande jogador teria empatado.

Miguel Rosa – um dos mais activos, esteve no entanto muito infeliz no remate. E a marcar os cantos. Contudo a sua exibição é positiva. Mal substituído.

Andric – o melhor na minha opinião. Os jornais e os comentadores dizem mal da sua actuação! Não vejo as coisas assim. O rapaz deu quase sempre sequência aos lances, coisa rara e difícil, sofreu imensas faltas e são dele os lances mais perigosos. Se alguém podia ter marcado em Moreira de Cónegos era ele. Há que continuar a apostar neste jogador que deu muito trabalho à defesa do Moreirense. Com um árbitro mais rigoroso o central Micael não chegava ao fim do jogo.

Sobre os que entraram (Luís Silva, Fábio Nunes e Juanto) não me vou pronunciar. Estiveram pouco tempo em campo e os dados já estavam lançados.


Resultado final:  Moreirense 1 - Belenenses 0



Saudações azuis

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Um filme já visto...

O Belenenses infelizmente nunca me surpreende. Não quis ver nem ouvir nada, fui trabalhar e só agora fiquei a saber o que se passou. Masoquista, olhei o pequeníssimo resumo  e todos os meus receios se confirmaram. A dificuldade em marcar um golo mas sobretudo o regresso aos golos do costume. Golos previsíveis, a papel químico, golos que o adversário ensaia uma vez, duas vezes, até resultarem. E resultam porque a fragilidade do nosso jogo aéreo é uma evidência. Um livre, abola é lançada para o lado esquerdo da nossa defesa, o adversário ganha nas alturas, devolve a bola para o coração da área e aí não temos ninguém para nos salvar. Ventura fica ligado a mais um golo decisivo mas não é só ele. Houve mais gente que ficou nas covas. Ou então foi batida. E agora?! Como vamos resolver isto?! Não me interessa nada ter razão, prefiro mil vezes não a ter. E as declarações finais de Quim Machado são já a antecâmara do que nos espera. Pobre Belenenses, não tens sorte nenhuma. Vai ser um sufoco até ao final. E não sei...

Saudações azuis

sábado, janeiro 07, 2017

‘Quem não tem dinheiro, não tem vícios’!

Ter vícios é sempre mau porque um vício é uma dependência. Quem os tem deve tratar-se e hoje já existem tratamentos com algum sucesso. E vou dar o meu exemplo: - eu sou de certo modo um viciado do Belenenses, o meu humor depende das suas vitórias e em horas de euforia também me imagino o seu presidente! E aqui nem vou fazer distinções entre o Clube e a SAD uma vez que estamos a falar de vícios. No entanto sabendo das minhas limitações, domino-me, e limito a minha ligação ao clube à condição de adepto. E quando o vício aperta, uso esta página e escrevo qualquer coisa. Como agora. Neste caso o que me leva a desabafar é um sentimento de desilusão generalizado ao ver o Restelo convertido em centro de formação (mais um!) dos nossos rivais! Se o futebol já nos dá tristezas de sobra para quê alargar essa mágoa às modalidades?! Que sentido é que isso tem e que justificações é que vamos arranjar para prosseguirmos neste caminho?!

Quando me imagino presidente do Belenenses tenho sempre meios (dinheiro, conhecimentos e crédito) para levar a nau azul a bom porto. Sou um expert no negócio do futebol e não tenho nenhum projecto imobiliário para o Restelo! Sonho apenas arranjar uma equipa de futebol que encha aquelas bancadas desertas.
Mas a minha imaginação não pára. Preciso de uma equipa B para dar sequência à formação e quanto a esta, enquanto não estiverem reunidas as condições para segurarmos as nossas jovens promessas, o melhor é investirmos tudo nessas garantias.
Por falar em investimento, o único que interessa tem a ver com a nossa independência como clube de futebol profissional. Campos de treino e centro de estágio são a prioridade. Temos de nos equipar ao mesmo nível que os nossos rivais. E para isso faremos os sacrifícios que forem necessários. É nisso que temos que nos concentrar. O resto fica para depois.
Se eu fosse presidente do Belenenses era assim.


Saudações azuis

sexta-feira, janeiro 06, 2017

Uma selfie com o polvo!

O nacional benfiquismo é uma das facetas do regime republicano. A unicidade é o seu ideal. Na sua versão mais apurada resume-se a um país, um partido e um clube! Um clube de estado. A sua cor é o encarnado e o seu símbolo uma ave de rapina napoleónica. No futebol, atendendo a que não é fácil jogar sem adversário, logo criaram um clube de raiz anglófila e recompuseram a bandeira verde rubra da carbonária. A terceira república quebrou sem querer aquela unidade. Fugindo ao saque e ao fecho das empresas, o capital e o trabalho rumaram a norte, e assim ressurgiu o liberalismo nortenho. A supremacia no futebol mudou-se para o Porto. Trinta anos depois com o país reduzido aos subsídios de Bruxelas, terá chegado a altura de refazer a antiga hegemonia lisboeta. Ou seja, refazer o nacional benfiquismo. A ideia, se a memória não me falha partiu de um ex-primeiro ministro actualmente a contas com a justiça. Disse ele, ainda era comentador televisivo, que Lisboa já merecia ter um campeão europeu de clubes! Veio então o apito dourado para eliminar a concorrência a norte, não se olharam  a gastos, faliram empresas públicas e bancos, preencheram-se os lugares chave para controlar perdas e danos. A comunicação social, domesticada, e o seu principal adversário, velho e caduco, ajudaram à festa. Uma sombra paira entretanto sobre as cabeças assustadas da nação! Chama-se Bruno e quer uma fatia do bolo que antes mal dava para dois quanto mais para três! Não admira que ninguém queira tirar uma selfie com ele!



Saudações azuis