segunda-feira, setembro 18, 2006

Notícias de segunda

Abro com uma excepção: é notícia de primeira o Belém ter regressado de Coimbra com um resultado positivo. E depois de estar a perder, conseguir recuperar é sempre uma boa notícia.
Ouvi o ‘relato’, se posso chamar àquilo relato! Com um locutor, vítima das novas tecnologias de informação, a falar sobre tudo menos sobre o que se passava no relvado. Fiquei apenas ciente, para além dos golos, que Costinha equipava de azul-bébé com meia branca.
Bem, logo à noite vou ver se vejo os golos na TVI, pensei eu, depois de beber um café forte para aguentar a noitada. Não aguentei, desliguei a televisão ao fim da centésima repetição do golo que o Paços de Ferreira marcou em Alvalade!
Oh, meus amigos, metam esse programa no lixo, usem a co-incineração se for preciso, salvem o locutor, mas proíbam-no de falar em público, era um favor que faziam ao futebol. Digam-me lá uma coisa – se o lance irregular tivesse sido na outra baliza, teriam feito o mesmo alarido, como se de morte de gente se tratasse! Claro que não.
E querem provas? Já repararam que o campeonato prosseguiu e prosseguirá como se não tivesse acontecido nada! Os mesmos árbitros, os mesmos dirigentes, o mesmo público, todos em segredo de justiça, e só os ouvimos protestar quando o seu clube parece ser atingido por alguma perversão.
Sim, falei do público que gosta de ver jogos a fingir; sim, falei dos dirigentes que ficaram calados que nem ratos, enquanto se desenrolava o ‘caso Mateus’; sim, falei dos árbitros, incapazes de dar o grito do Ipiranga para ganharem a independência da Liga.
E há mais, mas não me apetece.
Tenho que acabar com notícias de primeira: Ruben Amorim, jogador da ‘cantera’ azul, disse que o resultado não era bom, mas apenas aceitável atendendo às incidências do próprio jogo. É este o discurso que quero ouvir sempre.
Saudações azuis.

quinta-feira, setembro 14, 2006

“Descubra as diferenças”

“Portugal, Itália e a crise do futebol: descubra as diferenças”

“O Diário de Notícias tem vindo a revelar um conjunto de elementos no âmbito das escutas telefónicas do chamado caso ‘Apito Dourado’. Desses factos emerge clara intenção de diversos agentes ligados ao mundo do futebol condicionarem resultados desportivos.
No passado mês de Maio o semanário italiano L’Expresso publicou transcrições de escutas telefónicas realizadas no âmbito do Calciocaos, que estava a ser investigado pela Procuradoria de Nápoles. Face à gravidade dos factos, o Governo italiano nomeou um Comissário especial, operando no âmbito das estruturas federativas, para averiguar a situação e tomar as medidas apropriadas. Em resultado, dois meses depois a Juventus viu-se apeada dos últimos títulos de futebol que havia conquistado e despromovida à divisão inferior. Outros clubes de renome sofreram sanções disciplinares e desportivas, assim como vários árbitros e inúmeros dirigentes.
Em Portugal, o chamado 'Apito Dourado’ continua a marinar pelos tribunais e terminará, presumivelmente, em nada. Asfixiado pelo garantismo do sistema judiciário e perdido nas malhas labirínticas do processo penal, o qual, pela mão de advogados ilustres, favorece a impunidade dos poderosos.
Todavia, o contraste mais gritante com o chamado Calciocaos, que tem grandes semelhanças com os factos revelados no caso ‘Apito Dourado’, reside na atitude do poder político: em Itália, o Governo quis prontamente restabelecer a dignidade desportiva do futebol (não obstante o sistema jurisdicional transalpino ter feito frente, brilhantemente, ao terrorismo na década de 70 e à corrupção nos anos de 1990); em Portugal, o Governo parece não se importunar perante factos de inquestionável gravidade, confiando pacientemente na capacidade do sistema jurisdicional para a ‘resolução’ do problema.

António Goucha Soares, Professor Universitário.
Publicado no DN de hoje, quinta-feira, 14 de Setembro de 2006.

segunda-feira, setembro 11, 2006

Tarde de futebol

Comecei pelos juniores, uma agradável surpresa, fio de jogo, três ou quatro jovens a prometer muito e umas ‘bocas’ bem-humoradas: - Oh jsm, aquele miúdo é jeitoso, não deve ficar cá muito tempo...
Fica sim senhor, que isto agora vai mudar. A ‘cantera’ tem que ser a base disto tudo, vamos investir mais, poupar noutros sítios, por exemplo, no ‘ecletismo’ pateta, e não pode haver mais dúvidas sobre o caminho a seguir: - ao nível dos juniores, temos que andar a par com os melhores, custe o que custar.
Acabámos por ganhar bem ao Nacional da Madeira por 3-1, que não se livrou do alto sentido crítico de um adepto azul: - ‘Estes gajos não jogam uma beata’!
Rumei então ao campo principal, havia muita gente e havia muita expectativa, alguma excitação, e um claro excesso de decibéis!
Faço aqui um encarecido apelo à Direcção do Belenenses: - não insistam neste disparate (eu diria histerismo) que afasta mais gente do que pensam. E vamos lá ver uma coisa: se esta ‘animação’ se destina a ensurdecer os adeptos, evitando que troquem impressões ao intervalo, e antes do jogo, tudo bem; mas se o objectivo é apenas o de fazer sofrer os velhos associados do Clube, então não vale a pena, porque nós já sofremos o suficiente durante os jogos!
De qualquer maneira, repito, baixem o som e o tom. Antigamente, quando o Restelo tinha muito mais gente, quem animava os adeptos era a equipa através do futebol praticado! E vice-versa! E também havia música.
Viremos então a página para dizer bem de alguma coisa: era a minha primeira vez esta época, ainda não tinha visto jogar o Belenenses de Jesus e tenho que confessar – gostei! Uma equipa à imagem do treinador, raçuda, a pressionar mais que o habitual, sem medo de ter a bola, a projectar-se para a frente, com um meio campo onde existe o que é preciso – bons pés.
Entrámos naturalmente nervosos, um ou outro calafrio defensivo, mas fomos crescendo com o decorrer do tempo e acabámos senhores da situação. Destaques?! O colectivo sobrepôs-se, o que é positivo, mas não posso deixar de referir alguns jogadores – Amorim, a jogar onde for preciso, esteve em grande, tal como José Pedro que foi decisivo nos golos – marcou um e também marcou o canto que permitiu ao pequeno Roma fechar de cabeça a contagem. Este Roma, aliás, é muito bom jogador e estou certo que fará sucesso no campeonato! Alvim também me deixou boa impressão, discreto, conseguiu parar Varela, o mais perigoso entre os sadinos, e ainda meteu umas bolas à frente com a propósito. Boa estreia! Nivaldo, com alguns deslizes comprometedores, revelou contudo, reflexos e muita genica. Está naturalmente a adaptar-se ao nosso futebol. Os restantes cumpriram.
Atenção esta vitória foi extremamente importante, como foi importante que tenha sido este o nosso primeiro jogo. Já pensaram que se temos ido à Luz, nos arriscávamos a um desaire, com as consequências psicológicas daí resultantes! Assim, foi ouro sobre azul.
Não termino esta croniqueta sem salientar a excelente participação de Jorge Jesus no programa desportivo da noite, na TVI, onde o nosso treinador, sem papas na língua, descobriu a careca aos donos da bola, relativamente à ‘redução de clubes’! Com efeito, os verdadeiros objectivos que nortearam tal redução têm a ver com os grandes interesses financeiros instalados no futebol português, que estão instalados na órbita dos chamados três grandes, e que somados aos interesses da selecção do Madaíl e da propaganda do Governo, produziram este filme da redução! Redução que prejudica fortemente os clubes pequenos e o futebol português no seu conjunto. Coisa de somenos, aliás!
Não para Jorge Jesus, felizmente, que disse em meia dúzia de palavras aquilo que temos vindo a dizer no Belém Integral com muitas palavras.
Parabéns Jorge Jesus! Um homem do futebol!
Saudações azuis.

Post-scriptum: O programa da TVI para noctívagos chamado Domingo Desportivo, ou coisa que o valha, ‘passou’ o resumo do Belenenses-Vitória de Setúbal no tempo record de 10 segundos! Bravo!

domingo, setembro 10, 2006

Recados para dentro

A bola vai recomeçar, para trás fica um longo processo que conseguimos levar a bom termo, e no entanto, desde ontem que ando a remoer alguma insatisfação que não resisto a partilhar.
O que se passou foi o seguinte – Cabral Ferreira estava a ser entrevistado por um canal de televisão quando foi confrontado com uma pergunta incómoda relativa à participação dos clubes na escolha dos árbitros para os jogos, depreendo que se trata das finais, da Taça de Portugal! A pergunta tinha como base uma entrevista concedida nesse mesmo dia ao jornal ‘A Bola’ pelo antigo presidente do Belenenses, Sequeira Nunes, onde este confirmava que tal prática era comum!
Ora bem, não vou pôr nada disto em causa e como não li a dita entrevista posso naturalmente estar a fazer juízos temerários, mas aquilo incomodou-me porque não entendi o sentido nem a oportunidade de tal entrevista nesta altura do campeonato. Deduzo que os jornalistas quisessem ouvir uma reacção de um dirigente azul à época (2003/2004) e naturalmente que o interesse da entrevista se resumia a isso, ou seja saber se o Belenenses também terá participado nesse leilão do árbitro!
Ainda não sei ao certo se participou ou não e daí a minha surpresa que face ao escândalo público dos jogos combinados, apareça um ex-dirigente do Belenenses a colaborar no branqueamento desta vergonhosa situação, sabendo-se ainda por cima que neste filme fazemos sempre o papel da vítima.
Repito, posso estar enganado, penitenciar-me-ei se for caso disso, mas aconselho vivamente sobriedade e contenção numa matéria em que temos todo o interesse que chegue às últimas consequências, que é a denúncia da batota institucionalizada, para deixarmos de ser os bombos da festa...prazenteiros e colaborantes!
Em princípio, os beneficiados não perdem, e nós temos passado a vida a perder! Era o que mais faltava que passássemos por aquilo que não podemos ser – batoteiros.
E volto à entrevista de Cabral Ferreira, que gostei de ouvir! Esteve bem, como tem estado bem em todo este processo. Merece por isso ter uma retaguarda em condições.
Saudações azuis.

sexta-feira, setembro 08, 2006

Próximos episódios

Não perca de facto os próximos episódios que prometem revelar finalmente toda a verdade que está por detrás das movimentações da Liga de Clubes.
Ora bem, recordemos que o Presidente da respectiva comissão executiva terá jurado, segundo dizem, que o Belenenses só ficaria na primeira Liga se ele, Major, morresse! Talvez não seja preciso ir tão longe, mas a frase diz tudo sobre o ambiente em que se desenrola este ‘caso Mateus’, adicionado ao ‘apito dourado’, à zanga das comadres, às ligações perigosas entre a política e o futebol, e entre o futebol e o muito dinheiro envolvido. Em pano de fundo, portanto, a luta terrível pelo poder entre os chamados ‘donos da bola’.
Mas regressemos à realidade: hoje, sexta-feira, haverá decisões a partir do TAFL que podem despoletar consequências pouco previsíveis. Vou tentar usar a lógica, instrumento da razão que, como se sabe, tem pouca utilidade em Portugal.
Ainda assim, começo pela declaração do Professor Fausto Quadros, catedrático em Direito Administrativo e que, segundo li no DN da passada 4ª feira, terá sido o autor do parecer jurídico que sustentou a decisão da FPF em invocar o interesse público para desbloquear as competições profissionais. Diz Fausto Quadros que “o TAF nunca concedeu nenhuma providência cautelar requerida pelo Gil Vicente. No pedido principal, o tribunal ordenou a citação da Liga de Clubes e do Belenenses”. E refere ainda que “simultaneamente, o Gil Vicente pediu a suspensão provisória e urgente da eficácia do acórdão do CJ da Federação, o que o Tribunal expressamente indeferiu”. “Acórdão, esse, que determinou a manutenção do Belenenses e descida do Gil Vicente à Liga de Honra”. Para Fausto Quadros, “o que o tribunal fez, foi, com base no artigo 128º, nº1, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, decidir que a simples citação dos interessados impedia a execução do acórdão do CJ, a não ser que, por resolução fundamentada, fosse demonstrado que a não execução imediata do acórdão do CJ provocava graves prejuízos para o interesse público”. Foi esta resolução fundamentada que a FPF apresentou entretanto no tribunal.
Dito isto, percebe-se bem toda a desinformação que tem sido veiculada por parte do Gil Vicente, assim como se percebe que o Major tenha tentado subverter a situação, marcando à pressa o tal jogo entre o Benfica e o Gil Vicente, sem ter para isso qualquer apoio jurídico nas decisões do TAF!
Aliás, toda a actuação do Major Valentim Loureiro indicia e permite pensar que não está a ser imparcial neste processo. A sua última rábula, referindo a inutilidade de entregar, em consonância com a FPF, uma declaração de interesse público, é reveladora da clivagem entre entidades que deveriam estar unidas neste processo, pois a ambas cabe zelar pelo cumprimento do mesmo normativo.
As expectativas reduzem-se pois a saber se o TAFL exigirá mais uma formalidade, a tal declaração conjunta de interesse público, envolvendo FPF e LPFP, ou se afastará esse incidente formal.
É nisto que joga o Gil Vicente e o Cruz Vilaça, questões formais, dilações e mais dilações, porque a questão de fundo – a batota – essa permanece e vai ser difícil dar-lhe a volta.
O máximo que poderiam conseguir, no caso do Juiz do TAFL achar ser necessária uma ‘declaração conjunta de interesse público’, seria, de acordo com o exposto acima, bloquear de novo o campeonato.
Mas não acredito neste cenário.
Saudações azuis.

quinta-feira, setembro 07, 2006

O Livro Cinzento

Estou com o ex-ministro Arnaut, também gostaria de ter sido convidado pela Europa a elaborar um Livro Branco do futebol, no sentido de averiguar sobre os riscos que ameaçam a sua verdade desportiva.
Quando o ouvi desbobinar as patifarias que o cercam – empresas de apostas sem pátria que patrocinam campeonatos, sociedades anónimas que são accionistas de vários clubes, tráfico de influências, jogos combinados, arbitragens duvidosas, empresários suspeitos, enfim todo um mundo de corrupção espreitando o momento para se lançar sobre a presa – juro que quando o ouvi, tudo aquilo me soou familiar, não muito longe desta santa terrinha onde habito! E tive vontade de interromper o jovem discurso, tão destemido defensor da verdade do futebol, para dizer simplesmente isto:
Caro deputado, escusava de se ter dado ao transtorno da Europa, das viagens cansativas, das despesas inúteis, pois teria Vossa Excelência mesmo ao pé de casa, os problemas e os desvios que procura lá fora! Eu próprio me comprometo a fornecer-lhe alguns dados e pistas, cabendo então a Vossa Senhoria fazer o necessário cruzamento da informação entretanto recebida.
Depois desta revelação estou certo que o deputado Arnaut concordaria em analisar o seguinte:
- Portugal, país do extremo ocidental da Europa, tem três clubes apurados para a ‘Liga milionária’, que correm o risco de ser impedidos de participar se a FIFA levar por diante a ameaça de suspender a FPF. Foram entretanto inventariados e divulgados os possíveis prejuízos que atingem números astronómicos para a nossa realidade!
- Portugal, país do extremo ocidental da Europa, tem três clubes que se eternizam nos lugares de acesso à Liga milionária e que contam absolutamente com essas receitas (extraordinárias!) para amenizarem os monstruosos défices acumulados.
Para que conste, há mais de sessenta anos que apenas o Boavista e por uma vez, conseguiu intrometer-se nos lugares de acesso à Liga dos campeões! Também para que conste informo que no ano em que o Boavista foi campeão, eram presidentes da Liga e da Comissão de Arbitragem, dois ex-dirigentes do Boavista, mais tarde arguidos no processo ‘apito dourado’!
Em apoio do que acabo de informar, seguem mais alguns dados esclarecedores:
- A empresa que tem a concessão (!) das transmissões televisivas é, também ela, accionista de quase todas as SAD dos clubes que participam na Liga; a distribuição das receitas televisivas pelos participantes, a que resulta deste estado de coisas, é simplesmente escandalosa e parte do curioso princípio de que poderia haver competição sem adversários!!!
- O Estado, através de empresas públicas ou semi-publicas, faz negócios com os três clubes acima referenciados desvirtuando assim a competição desportiva;
- O Canal público de televisão também contribui, em termos de direito de antena, para cavar o fosso que existe entre clubes grandes e pequenos; como curiosidade e a título de mero exemplo, constatamos que os telejornais se sentem na obrigação de dar notícias sobre os três clubes já referenciados, mesmo quando não exista qualquer notícia relevante para dar!
Outros dados poderiam ser coligidos sem esforço, como a longevidade dos dirigentes, quer na Liga quer na Federação, mas pensamos que a situação descrita, seja qual for o ângulo por que se analise, sejam quais forem os factores apreciados, constitui um caso único na chamada Europa do futebol, record absoluto com direito a Guiness...mas não pode deixar de levantar sérias preocupações sobre a apregoada verdade desportiva.
À atenção portanto do deputado Arnaut.
Saudações desportivas.

quarta-feira, setembro 06, 2006

A verdade desportiva

Diz o DN de hoje, o seguinte: “Loureiros escolhiam árbitros para o Boavista” é o título da notícia, que tem como subtítulo – “As nomeações dos árbitros na Liga de Futebol Profissional eram condicionadas pelos pedidos de João e Valentim. O DN revela novas escutas telefónicas em que o major chegou a dizer a um auxiliar que lhe ‘puxava as orelhas’ e o filho, presidente do Boavista, fazia chegar mensagens aos árbitros sobre promoções na carreira como contrapartida”.

(...) “Modus operandi”:
“Segundo o procurador Carlos Teixeira, o modo de actuação de Valentim e de João Loureiro passa, além das sugestões de nomes, pelo conhecimento antecipado dos nomes dos árbitros escolhidos. Tal permitia-lhes encetar os contactos com antecedência. Exemplos disto são as escutas interceptadas antes do jogo Belenenses-Boavista, arbitrado por Bruno Paixão. Numa conversa interceptada entre João Loureiro e Ezequiel Feijão, um ex-árbitro e observador da Liga, o presidente do Boavista pede que a equipa de arbitragem seja abordada, dando as instruções: “Ele (Bruno Paixão) chegou onde pediu (...), se quer umas viagenzinhas para o ano e tal...temos... de atalhar caminho, pá (...). Tu pediste foi-te concedido”.
Também antes do jogo Boavista-Beira Mar, João Loureiro contactou o observador Pinto Correia para este dar um ‘toque’ ao árbitro...”, etc. etc. etc.!!!

O resto, podem ler na edição papel do DN de hoje, quarta-feira, dia 6 de Setembro de 2006.
Apenas uma nota pessoal: Já repararam que as televisões só se preocuparam em divulgar eventuais prejuízos que o Benfica pudesse ter sofrido por causa de arbitragens tendenciosas! Já repararam que o Benfica fazia parte da actual Direcção da Liga que agora critica.
É só para pensarem.
Saudações azuis.

Post-scriptum: As escutas acima mencionadas referem-se à época de 2003/2004.